domingo, 19 de julho de 2009

Gripe suína Fonte: BBC Data da Publicação: 28/04/2009



O que é a gripe suína?

Uma doença respiratória que atinge porcos causada pelo vírus influenza tipo A, que tem diversas variantes. Algumas das mais conhecidas são a H1N1, a H2N2 e a H3N2.

Surtos da enfermidade são comuns, mas raramente causam mortes nos animais.

A gripe tende a se propagar mais durante o outono e o inverno, mas são registrados casos durante o ano inteiro.

Existem vários tipos de gripe suína e, assim como acontece no caso da gripe humana, o vírus causador da doença se modifica constantemente.

Os humanos podem contrair a gripe suína?

Normalmente não, mas no passado foram registrados casos em pessoas que tiveram contato próximo com porcos.

Mais raros ainda são os casos documentados de contágio de pessoa para pessoa.

A contaminação ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de perdigotos lançados na tosse e espirros.

Esta doença no México é um novo tipo de gripe suína?

A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que alguns dos casos registrados são formas não conhecidas da variedade H1N1 do vírus Influenza A.

Ele é geneticamente diferente do vírus H1N1 que vem atacando humanos nos últimos anos e contém DNA associado aos vírus que causam as gripes aviária, suína e humana, incluindo elementos de viroses europeias e asiáticas.

O quanto as pessoas devem se preocupar?

A OMS afirma que ainda é muito cedo para lidar com a situação como se ela fosse o início de uma pandemia.

Entretanto, o risco existe e a evolução dos casos está sendo acompanhada de perto por especialistas.

domingo, 5 de julho de 2009


Origem do termo

O termo férias designa o período de descanso a que têm direito empregados, servidores públicos, estudantes etc., depois de passado um ano ou um semestre de trabalho ou de atividades. Provém do latim 'feria, -ae', singular de 'feriae, -arum', que significava, entre os romanos, o dia em que não se trabalhava por prescrição religiosa.

A palavra latina encontra-se também na denominação dos dias da semana do calendário elaborado pelo imperador romano Constantino, no século III d.C., que os santificou com o nome de 'feria' e o sentido de comemoração religiosa: 'Prima feria, Secunda feria, Tertia feria, Quarta feria, Quinta feria, Sexta feria e Septima feria'. No século IV, ainda por influência da Igreja, 'prima feria' foi substituído por 'Dominicus dies'(dia do Senhor) e 'septima feria' transformou-se em 'sabbatu', dia em que os primeiros judeus cristãos se reuniam para orar. A língua portuguesa foi a única a manter a palavra 'feira' nos nomes dos dias de semana.
PORTANTO GALERINHA BOM RECESSO AE ATÉ A VOLTA...A SAUDADE JA É GRANDE...BJOSSSSSSSSS

segunda-feira, 22 de junho de 2009

A PERGUNTA É: ”Você gostaria de uma copo de água ou um copo de Coca-Cola?


ÁGUA – Um copo de água corta a sensação de fome durante a noite para quase 100% das pessoas em regime. É o que mostra um estudo na Universidade de Washington. Falta de água é o fator nº. 1 da causa de fadiga durante o dia. Estudos preliminares indicam que de 8 a 10 copos de água por dia poderiam aliviar significativamente as dores nas costas e nas juntas em 80% das pessoas que sofrem desses males. Uma mera redução de 2% da água no corpo humano pode provocar incoerência na memória de curto prazo, problemas com matemática e dificuldade em focalizar um écran de computador ou uma página impressa. Beber 5 copos de água por dia diminui o risco de câncer no cólon em 45%, pode diminuir o risco de câncer de mama em 79% e em 50% a probabilidade de se desenvolver um câncer na bexiga. Você está bebendo a quantidade de água que deveria, todos os dias?



COCA-COLA – Em muitos estados nos EUA as patrulhas rodoviárias carregam dois galões de Coca-Cola no porta-bagagens para serem usados na remoção de sangue na estrada depois de um acidente. Se você puser um osso numa tigela com Coca-Cola ele se dissolverá em dois dias. Para limpar casas de banho: despeje uma lata de Coca-Cola dentro do vaso e deixe a “coisa” por uma hora e então dê descarga. O ácido cítrico na Coca-Cola remove manchas na louça. Para remover pontos de ferrugem dos pára-choques cromados de automóveis esfregue o pára-choques com um chumaço de papel de alumínio(usado para embrulhar alimentos) molhado com Coca-Cola. Para limpar corrosão dos terminais de baterias de automóveis despeje uma lata de Coca-Cola sobre os terminais e deixe efervescer sobre o corrosão. Para soltar um parafuso emperrado por corrosão aplique um pano encharcado com Coca-Cola sobre o parafuso enferrujado por vários minutos.

Para remover manchas de graxa das roupas despeje uma lata de Coca-Cola dentro da maquina com as roupas com graxa, adicione detergente. A Coca-Cola ajudará a remover as manchas de graxa. A Coca-Cola também ajuda a limpar o embaçamento do pára-brisa do seu carro.

Para sua informação:

O ingrediente ativo na Coca-Cola é o ácido fosfórico. Seu PH é 2,8. Ele dissolve uma unha em cerca de quatro dias. Ácido fosfórico também rouba cálcio dos ossos e é o maior contribuinte para o amento da osteoporose. Há alguns anos, fizeram uma pesquisa na Alemanha para detectar o poder do aparecimento de osteoporose em crianças a partir de 10 anos(pré-adolescentes). Resultado: Excesso de Coca-Cola, por falta de orientação dos pais. Para transportar o xarope de Coca-Cola, os caminhões comerciais são identificados com a placa de Material Perigoso que reservado para o transporte de materiais altamente corrosivos. Os distribuidores de Coca-Cola têm usado a Coca para limpar os motores de seus caminhões há pelo menos 20 anos. Mais um detalhe: A Coca-Cola Light tem sido considerada cada vez mais pelos médicos e pesquisadores como uma bomba de efeito retardado, por causa da combinação Coca + Aspartame, suspeito de causar lúpus e doenças degenerativas do sistema nervoso.

Consumir água pode diminuir risco de sobrepeso e obesidade infantil Fonte: Folha de S. Paulo


Em pesquisa, crianças que beberam mais água tiveram 31% menos chance de ter excesso de peso.

Beber água pode ajudar a prevenir o sobrepeso e a obesidade em crianças. Uma pesquisa realizada pelas universidades de Dortmund e de Witten-Herdecke, na Alemanha, e de Londres, no Reino Unido, concluiu que o aumento do consumo de água em escolas diminuiu o risco de excesso de peso.

O estudo foi conduzido em grupos escolares de áreas pobres dos dois países, onde o risco de obesidade é maior, e envolveu 32 grupos escolares de nível elementar, somando 2.950 crianças.

Para promover o consumo, bebedouros foram instalados nas escolas e os professores deram aulas sobre os benefícios da bebida para o organismo. As crianças foram incentivadas com recompensas e brindes como garrafas dágua.

Embora não tenha havido redução no consumo de refrigerantes, os alunos das 17 escolas que receberam a intervenção beberam cerca de um copo a mais de água diariamente.

Os resultados mostraram que, em um ano, houve queda de 31% no risco de excesso de peso nesse grupo, mas não houve redução no IMC (índice de massa corporal). As crianças que não participaram da campanha tiveram um leve aumento no peso no mesmo período.

"A água é fundamental para o funcionamento de todo o metabolismo", afirma João César Castro Soares, endocrinologista e nutrólogo da Unifesp. Para metabolizar 1 g de gordura, são usados 15 ml de água. Quando o processo de queima de gordura funciona melhor, sua eliminação do organismo também fica mais fácil.

Ingerir água reduz a retenção de líquidos, o que influencia na diminuição do peso. Por outro lado, bebidas artificiais como refrigerantes contêm mais sais e açúcares que nosso corpo e por isso, dão mais sede.

Beber água também causa uma sensação de saciedade que pode inibir por algum tempo a compulsão alimentar. "Um copo de 200 ml dá um volume considerável no estômago de uma criança em idade escolar", explica Castro.

"O trabalho reforça o conceito de que estimular hábitos de vida saudáveis com a ingestão adequada de água é eficiente para prevenir o aumento de peso", diz Mauro Fisberg, pediatra especialista em nutrição na infância e na adolescência.

A má alimentação infantil contribui para o aparecimento de doenças crônicas como diabetes, artrose e gastrite. Segundo o Ministério da Saúde, 13% dos brasileiros são obesos e 43,3% estão acima do peso.

Conheça as terapias de combate a obesidade Fonte: Scientific American Brasil


À medida que os mecanismos que dão origem à obesidade se tornam mais claros também ficam mais evidentes os motivos pelos quais a perda da gordura corporal e a manutenção dessa perda somente por mudanças comportamentais podem ser difíceis para muitas pessoas. As terapias são apenas modestamente efetivas, e o desenvolvimento de novos medicamentos seguros para uso prolongado tem sido difícil porque os sistemas de regulação energética estão entrelaçados com outros processos vitais no corpo e no cérebro, criando risco de efeitos colaterais sérios. As abordagens terapêuticas atualmente em desenvolvimento tentam escolher como alvos mais precisos as moléculas e os mecanismos que controlam a quantidade de energia que o corpo assimila na forma de alimento ou a quantidade que ele armazena e queima.
TERAPIAS EXISTENTES

Sibutramina
- Eleva a disponibilidade de serotonina e noradrenalina, substâncias cerebrais que afetam o apetite, bem como o humor e outras funções

Rimonabant
- Suprime a atividade dos receptores CB1, que estimulam o apetite e estão envolvidos no processamento celular da gordura. (Não aprovado nos EUA)

Cirurgia Bariátrica
- Reduz e/ou faz um desvio da bolsa gástrica e parte do intestino para reduzir a quantidade de alimento assimilado e digerido. Reduz o apetite por alterar as respostas hormonais do intestino ao alimento

Orlistat
- Bloqueia a absorção de gordura no intestino e diminui a ingestão de calorias


AS NOVAS ABORDAGENS

Em relação ao apetite
- Bloquear a atividade dos neuropeptídios estimuladores do apetite mch ou npy, ou da grelina;
- Estimular a atividade supressora do apetite dos receptores MC4 ou subtipos de receptor da serotonina;
- Inibir as proteínas neurais SOCS3 e PTP1B para neutralizar a resistência à leptina.

Em relação ao armazenaneto de energia
- Reduzir a ingestão de energia por células adiposas e a fabricação de triglicérides pela inibição da enzima 11bHSD1

Em relação ao uso da energia armazenada
- Aumentar a velocidade de liberação de triglicérides no sangue como combustível , estimulando os receptores PPAR e beta3-adrenérgicos nos tecidos;
- Aumentar a proteína FGF21, que faz as células hepáticas queimarem gordura.

por Jeffrey S. Flier e Eleftheria Maratos-Flier

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Pesquisa em academias revela o problema dos anabolizantes Fonte: Diário da Saúde


Vaidade apressada

A questão estética, especialmente o imediatismo na obtenção do corpo desejado, é a principal motivação alegada por quem usa ou já usou anabolizantes - substâncias sintéticas relacionadas aos hormônios masculinos que produzem o aumento da massa muscular e cujo consumo não terapêutico pode provocar uma série de prejuízos à saúde.

A conclusão é de pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) que publicaram um artigo no periódico Cadernos de Saúde Pública, editado pela Fiocruz.

A equipe saiu a campo, matriculou-se em academias de ginástica, conheceu as rotinas desses estabelecimentos, observou a dinâmica das interações sociais e, por fim, entrevistou 43 frequentadores que já haviam utilizado anabolizantes.

Corpo ideal

Os relatos apontam para o uso dos anabolizantes por causa do desejo de atingir rapidamente "o corpo ideal", com massa muscular aumentada e definida, isto é, um corpo adequado aos padrões valorizados na sociedade e disseminados pela mídia.

Definir a musculatura e erradicar a gordura, considerada a grande vilã no caminho do corpo perfeito, foram objetivos frequentemente citados pelos entrevistados, que tinham entre 18 e 35 anos.

A pesquisa foi feita em três academias: uma localizada em um bairro de classe média de Salvador e duas em bairros populares da capital baiana. A preocupação com a estética foi a principal razão que levou os participantes a praticarem musculação, tanto no bairro de classe média quanto nos populares.

Ícone cultural

"É interessante notar a transformação nos signos do corpo musculoso, que no passado, além de se associar ao poder masculino, denotava também o trabalho manual e a condição proletária.

Na contemporaneidade, entretanto, o músculo perde esta última conotação e se torna ícone cultural altamente valorizado, simbolizando vigor, saúde e sucesso", diz o artigo, assinado pelos pesquisadores Jorge Alberto Bernstein Iriart, José Carlos Chaves e Roberto Ghignone de Orleans, do Instituto de Saúde Coletiva da UFBA.

Forma de uso dos anabolizantes

Embora o desejo de ter um corpo musculoso fosse comum, a forma de utilizar os anabolizantes variou entre as academias. Na academia de um bairro popular, os pesquisadores observaram o uso explícito: os praticantes conversavam e até faziam brincadeiras sobre os anabolizantes e aplicavam as injeções uns nos outros antes de iniciarem a musculação; além disso, na lixeira do banheiro, foi possível encontrar grande quantidade de seringas e agulhas descartáveis, utilizadas nas aplicações. Já os entrevistados do bairro de classe média buscavam ocultar o uso dos anabolizantes: eram reservados nas conversas sobre o assunto e não faziam as aplicações no espaço da academia.

Outra diferença diz respeito ao tipo de anabolizante utilizado. Nas academias dos bairros populares, prevaleceram as substâncias com preços mais acessíveis e chamou a atenção dos pesquisadores o grande consumo até de produtos veterinários. Já os frequentadores da academia de classe média utilizavam anabolizantes mais caros, inclusive importados. Diferenças à parte, os praticantes de musculação das três academias estudadas almejavam "o corpo ideal" e demonstravam frustração quando se percebiam distantes do padrão idealizado.

Pertencimento

O medo de serem desvalorizados pelos colegas ou de não despertarem a atração no sexo oposto também pressionava os entrevistados a se enquadrarem no padrão do corpo musculoso. "Para os jovens, o pertencimento ao grupo de amigos é uma faceta fundamental de sua identidade e vários usuários entrevistados relataram o incentivo de amigos, namorados(as) e colegas de academia como um fator que favoreceu o uso de anabolizantes", dizem os pesquisadores no artigo.

Paradoxo da saúde

A equipe da UFBA também detectou um paradoxo nos relatos dos entrevistados. Embora já tivessem usado anabolizantes - substâncias que, reconhecidamente, podem trazer danos ao organismo -, eles destacavam os benefícios à saúde proporcionados pela prática da musculação.

Incomodados com o envelhecimento, viam na musculação a possibilidade de envelhecer com saúde e realizar o desejo de se manter sempre jovem. "É interessante notar que a preocupação com a saúde, manifesta na justificativa para a prática da musculação, não impede o uso de anabolizantes. Contribui para esse fato a representação de que manter o corpo "em forma" torna-se cada vez mais equivalente a ter um corpo saudável", explicam os pesquisadores.

Corpo musculoso e corpo saudável

O problema é que um corpo musculoso não necessariamente é um corpo saudável. E mais: se a musculatura definida foi conseguida à custa de anabolizantes, dificilmente esse corpo gozará de boa saúde.

O consumo abusivo dessas substâncias para fins estéticos pode trazer consequências negativas para o sistema reprodutivo e a pele, aumentar o risco cardiovascular, alterar a estrutura e a função do fígado, provocar desordens psiquiátricas e, no caso de injeções com seringas e agulhas reaproveitadas, há ainda o risco de transmissão de doenças como Aids e hepatite C.

Por isso, os anabolizantes são considerados hoje um crescente problema de saúde pública. No Brasil, o uso de anabolizantes ainda é pouco estudado. Porém, pesquisas realizadas em academias de musculação em São Paulo, Porto Alegre e Goiânia já revelaram altas prevalências de consumo: 19%, 11% e 9%, respectivamente.

Ganhos fisiológicos com a corrida


Fonte: O2 por minutoDescubra os benefícios da corrida e o que muda no corpo de quem pratica esta atividade
Não é novidade para ninguém que a prática regular de exercícios físicos traz inúmeros benefícios à saúde e melhora a qualidade de vida. Com a corrida não é diferente, e cerca de 25 ganhos fisiológicos são gerados graças à realização frequente desta atividade.

“Se a prática da corrida for regrada, traz grandes benefícios para a saúde e ajuda as pessoas a diminuírem o risco de doenças”, afirma o mestre em fisiologia do exercício Paulo Correia, que é fisiologista da Unifesp.

Os lucros
Entre os principais benefícios gerados com a corrida destacam-se o aumento do débito cardíaco máximo, diminuição da frenquencia cardíaca de repouso, melhora da circulação coronariana e o auxílio a prevenção do acidente vascular cerebral, da hipertensão arterial e da doença coronária.

Correr também favorece o aumento da massa muscular, fortalece os tendões, ligamentos e articulações, auxilia o combate à osteoporose e o controle do peso corporal, do colesterol, do estresse, da ansiedade e da depressão. Além disso, observa-se também o estímulo ao fim de hábitos nocivos, como o uso de álcool e cigarros.

“Quem pratica a corrida com o intuito de ter uma vida mais saudável precisa fugir dos hábitos inadequados, como beber e fumar, e deve comer mais frutas e manter uma boa alimentação”, orienta Correia.

Quanto correr?
Para que haja ganhos, é preciso correr uma distância ou tempo suficiente para se estimular as adaptações fisiológicas, mas sem exagerar a ponto de ocasionar lesões. De acordo com o fisiologista Sérgio Oliveira, uma hora de exercícios diários seria o ideal para se alcançar os benefícios.

“Trinta minutos é um tempo bom, mas o ideal é uma hora. Porém, quem é iniciante deve respeitar seus limites, intercalar a caminhada com a corrida e evoluir aos poucos”, diz Oliveira. “Alternar com exercícios de força e flexibilidade também é uma ótima opção para quem não pode correr todos os dias”, completa o fisiologista.

Já Paulo Correia alerta para a importância de também trabalhar com o controle dos batimentos cardíacos. “Quando uma pessoa corre dentro da faixa de 60% a 80% da frequência cardíaca máxima, ela obtém todos os benefícios para o corpo de forma segura e eficiente”, explica. “Um iniciante, apenas com a caminhada vai conseguir chegar a estes batimentos, mas, com o tempo ele precisará correr em um ritmo cada vez mais forte para alcançá-lo”, completa Correia, que afirma que o descanso também é um fator muito importante para se obter os benefícios fisiológicos da corrida.

“Descanso é dormir, e não ficar sentado vendo televisão. Depois de um treino, a condição física piora, a imunidade diminui e os músculos sofrem pequenas lesões. Quando dormimos, ocorre a recuperação de todo o organismo”, afirma.

Por Cesar Candido dos Santos